Joaquim Celso Freire

"ouvi bem de perto a calma aberta das coisas da natureza"

Joaquim Celso Freire nasceu em Coronel Murta, região do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, em 1952 e mora em São Paulo (capital, São Caetano do Sul, Araraquara) desde 1974. É escritor e poeta com 7 livros publicados e participação em várias antologias. É professor da USCS, onde foi também Pró-Reitor de Extensão. Foi vice-presidente da ANGRAD e presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do grande ABC.  Nasceu e viveu no campo até os 8 anos, ajudando e aprendendo na lida da roça, entre plantações, chiqueiros e currais; entre brincadeiras, orações, festas e contação de histórias. Aos 8 anos foi para a cidade, atendendo ao desejo dos pais, de “desfazer das terras, mudar para a cidade e colocar os meninos na escola”.

Nascimento 1952
Naturalidade Minas Gerais
Gênero Poesia
Idioma Português

Obras do autor

Lançamento

Coisas e não coisas

Coisas e não coisas é uma obra composta por 101 poemas, reunidos em 7 capítulos temáticos, todos permeados pela sensibilidade e escrita afiada de Joaquim Celso Freire, levando o leitor a um mundo vívido de percepções e reflexões, deflagradas pela centelha concisa de seus versos. Os poemas, em sua grande maioria, foram gestados ao longo da pandemia, envoltos em pensamentos sobre contradições políticas, as relações humanas, a natureza e o desgaste desses ambientes.

Lançamento

Jequitinhonha – Antologia Poética III

A manhã chega ao Vale do Jequitinhonha, nas asas da poesia. E a terra acorda. E se ouve os primeiros murmúrios, canoas que descem o rio nas palavras dos homens. Dos quatro cantos do Vale, cinco cantos se apresentam. Cinco poetas cantam nas páginas de “Jequitinhonha – Antologia Poética” a cumplicidade que o amor reserva aos arautos do seu tempo. A terra envolvendo os poemas em mantos de sonho. A palavra mantendo seu vínculo ancestral com o destino obscuro das coisas do mundo. Sobretudo, mudá-las. O pacto do poeta.

Entende-se “Jequitinhonha – Antologia Poética” como se do livro emergisse o Vale, naufragado no escuro esquecimento da miséria. Entende-se o canto obstinado dos poetas de uma terra afligida em dores. Como se essas dores fossem um parto: o parto da poesia. Parto de um livro. Parto da resistência digna de homens que vivem a sonhar continuamente seu tempo.