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Jequitinhonha – Antologia Poética III

A manhã chega ao Vale do Jequitinhonha, nas asas da poesia. E a terra acorda. E se ouve os primeiros murmúrios, canoas que descem o rio nas palavras dos homens. Dos quatro cantos do Vale, cinco cantos se apresentam. Cinco poetas cantam nas páginas de “Jequitinhonha – Antologia Poética” a cumplicidade que o amor reserva aos arautos do seu tempo. A terra envolvendo os poemas em mantos de sonho. A palavra mantendo seu vínculo ancestral com o destino obscuro das coisas do mundo. Sobretudo, mudá-las. O pacto do poeta.

Entende-se “Jequitinhonha – Antologia Poética” como se do livro emergisse o Vale, naufragado no escuro esquecimento da miséria. Entende-se o canto obstinado dos poetas de uma terra afligida em dores. Como se essas dores fossem um parto: o parto da poesia. Parto de um livro. Parto da resistência digna de homens que vivem a sonhar continuamente seu tempo.

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Dos quatro cantos do Vale do Jequitinhona, cinco cantos se apresentam. Cinco poetas cantam nas páginas de “Jequitinhonha – Antologia Poética” a cumplicidade que o amor reserva aos arautos do seu tempo. A terra envolvendo os poemas em mantos de sonho. A palavra mantendo seu vínculo ancestral com o destino obscuro das coisas do mundo. Sobretudo, mudá-las. O pacto do poeta. Gonzaga Medeiros revela a luta anunciada na voz de mãos firmes e largo coração. Wesley Pioest observa Rubim, debruçado na atmosfera enevoada da memória. De Itaobim, Tadeu Martins desembaraça um portentoso cordel de aventuras na paisagem interiorana, que salta das telas de Marina Jardim – de Rubim – com seu sol escaldante e suas memórias felizes, de danças, folguedos, festas e brinquedos, e emoldura a cultura popular com suas cores fortes, seus vermelhos e amarelos eternos. De Coronel Murta, Joaquim Celso Freire mergulha nas lembranças do rio de suas manhãs e, de Jequitinhonha, Cláudio Bento conduz o menino em sua canoa de versos a navegar pelo rio. Entende-se “Jequitinhonha – Antologia Poética” como se do livro emergisse o Vale, naufragado no escuro esquecimento da miséria. Entende-se o canto obstinado dos poetas de uma terra afligida em dores. Como se essas dores fossem um parto: o parto da poesia. Parto de um livro. Parto da resistência digna de homens que vivem a sonhar continuamente seu tempo.

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Informações técnicas sobre a obra

Editorial: Juliana Teixeira, Neilton Lima e Rodrigo Oliveira
Revisão: Dos autores
Projeto gráfico – capa e diagramação: Neilton Lima
Arte da capa e capas internas: Marina Jardim
Texto 4ª capa: Wesley Pioest

Detalhes do produto

Capa comum:  198 páginas
Edição: 1ª (março de 2021)
Idioma: Português
ISBN-impresso: 978-65-89587-03-3
ISBN-digital: 978-65-89587-05-7
Dimensões do produto: 15,5 x 22,5 x 1,1 cm
Peso do produto: 283 gramas
Impresso em papel offset 80g/m2

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